Como usar coturnos neste inverno

Olá, querido Diário! Nossa não imaginei que em pouco tempo que comecei a faculdade iria me tomar tanto tempo e energia. Mas, até que enfim a semana de provas passou e já estava morrendo de saudades de te escrever. Ontem, andando pelo centro da cidade vi cada coturno lindos e fiquei babando, e pensando que o inverno já está chegando que tal montarmos alguns look's com coturnos? 
Os coturnos são botas que eram usadas mais pelos homens para o uso militar em atividades de combate, então surgiram as versões femininas com muitos modelos e opções para todos os gostos.
Junto com a tendência do militarismo, os coturnos voltaram com tudo, mas muita gente ainda tem um certo receio em usar, justamente por ter uma aparência rústica, porém são extremamente confortáveis e as marcas estão investido em diversos modelos para agradar a todos, há coturnos com spikes, brilhos, animal print, entre outras tendências. Coturnos podem ser usados com calças, shorts, vestidos, leggins, saias, e o que mais sua imaginação e estilo permitirem. Algumas pessoas acham que esta peça é grosseira e não tem nada de delicado, mas com os look's prontos você vai mudar de ideia! Vamos conferir: 





Os look's foram esses, e confesso que a cada dia estou apaixonada por esses estilos, e você o que acha? Espero que tenham gostado, vou ficando por aqui, e aquele super beijo da Fê e até o próximo capitulo.

Dicas para quem quer adotar o comprimento da vez

Olá, querido Diário!
Ainda sem coragem de passar a tesoura nos fios e adotar o novo corte channel? Vou te ensinar o jeito certo de adotar e cuidar do comprimento do momento.
Quais os cortes mais inspiradores?
O filme The Great Gatsby resgatou a atmosfera dos anos 1920, que refete sofisticação e mostra que o cabelo curto é atemporal. Acho que a moda seguiu esse clima. Entre os cortes mais comentados estão o da top Karlie Kloss e os das atrizes Carey Mulligan (estrela do filme), Anne Hathaway, Charlize Teron e Naomi Watts. Elas combinam com os fios mais curtos e sabem dominar esse tipo de corte na hora de finalizar.
Qual o jeito certo de usar finalizadores?
Use sprays e musses para encorpar fios finos. Pomadas e ceras são indicadas para quem tem cabelos mais grossos e também ajudam a definir o repicado. Os produtos com efeito opaco são mais adequados para o dia, pois dão um aspecto natural. Para a noite, deixe o cabelo com mais brilho ou aposte no acabamento molhado feito com gel.
Como é o novo chanel?
O corte é um clássico. O que muda na versão 2013 são as texturas e o formato. O novo look vem na altura do queixo, com um efeito mais bagunçado, criado com uma combinação de camadas, que podem ser suaves ou mais marcadas, dependendo do tipo de cabelo e do estilo da pessoa.
Quais dicas você daria a quem deseja inovar e encurtar os fios?
Qualquer mulher que esteja disposta a mudar pode adotar os curtos. Basta ter atitude. O mais importante é estar certa de que no início a mudança será radical. Para que o impacto não seja tão chocante, vá devagar - tire um pouco do comprimento uma vez por mês para ir se acostumando com a ideia. Essa é minha maior dica. Se cortar demais e perceber que não gostou do resultado, melhor parar por aí.

INSPIRE-SE!

Esmalte da semana: Pink Tulipa da Beauty Collor

Olá, querido Diário! O esmalte dessa semana é um rosa pink lindo e intenso, o escolhido foi o esmalte Beauty Color Pink Tulipa. E para fazer a ''filha única'' usei brilhos especiais da Impala o Charming, ele é um  verde água com brilhos. Alegria colorida para essa semana, que tal conferir?
Há tempos estou interessada em passar um esmalte cor de rosa choque e o esmalte Beauty Color Pink Tulipa é exatamente o tom de pink que eu queria passar. Uma cor bonita e intensa que chama ainda mais atenção quando as unhas estão mais compridas.
Adoro o acabamento e durabilidade dos esmaltes da marca. Passei duas camadas do esmalte Beauty Color Pink Tulipa, sua esmaltação é excelente, tem uma pigmentação perfeita. Ótimo afinal, o dia estava quente e eu não queria correr o risco de dar bolinhas.
A esmaltação do Beauty Color Pink Tulipa é sensacional, a secagem é rápida e eu dispensei o uso do top coat já que o brilho do esmalte é muito bonito. A sua cremosidade deixa a limpeza mais fácil. Adoro esmaltes assim.
Então. o que acharam? Eu vou ficando por aqui, aquele super beijo da Fê e até o próximo capitulo! 
INSPIRE-SE!

Resenha do livro: O Simbolo Perdido


Olá, querido Diário! No último vídeo do canal citei um dos livros que li recentemente que me apaixonei, e resolvi te contar em detalhes. O maravilhoso livro que estou falando é 'O Simbolo Perdido' de Dan Brown, estava sem internet em casa, logo após minha mudança, de bobeira o livro olhou para mim e eu para ele e pensei, porque eu ainda não li? Daí sem mais nem menos fui ficando viciada e terminei em menos de uma semana o livro. 
 ''A sinopse se resume em depois de ter sobrevivido a uma explosão no Vaticano e a uma caçada humana em Paris, Robert Langdon está de volta com seus profundos conhecimentos de simbologia e sua brilhante habilidade para solucionar problemas. Em O símbolo perdido, o célebre professor de Harvard é convidado às pressas por seu amigo e mentor Peter Solomon - eminente maçom e filantropo - a dar uma palestra no Capitólio dos Estados Unidos. Ao chegar lá, descobre que caiu numa armadilha. Não há palestra nenhuma, Solomon está desaparecido e, ao que tudo indica, correndo grande perigo. Mal'akh, o sequestrador, acredita que os fundadores de Washington, a maioria deles mestres maçons, esconderam na cidade um tesouro capaz de dar poderes sobre-humanos a quem o encontrasse. E está convencido de que Langdon é a única pessoa que pode localizá-lo. Vendo que essa é sua única chance de salvar Solomon, o simbologista se lança numa corrida alucinada pelos principais pontos da capital americana: o Capitólio, a Biblioteca do Congresso, a Catedral Nacional e o Centro de Apoio dos Museus Smithsonian. Neste labirinto de verdades ocultas, códigos maçônicos e símbolos escondidos, Langdon conta com a ajuda de Katherine, irmã de Peter e renomada cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico.
O tempo está contra eles. E muitas outras pessoas parecem envolvidas nesta trama que ameaça a segurança nacional, entre elas Inoue Sato, autoridade máxima do Escritório de Segurança da CIA, e Warren Bellamy, responsável pela administração do Capitólio. Como Langdon já aprendeu em suas outras aventuras, quando se trata de segredos e poder, nunca se pode dizer ao certo de que lado cada um está.
Nas mãos de Dan Brown, Washington se revela tão fascinante quanto o Vaticano ou Paris. Em O Símbolo Perdido, ele desperta o interesse dos leitores por temas tão variados como ciência noética, teoria das supercordas e grandes obras de arte, os desafiando a abrir a mente para novos conhecimentos.''

Há os que não gostam de seus livros por razões religiosas, e, outros, afirmam que seus mistérios são previsíveis. Mas, na minha opinião, Dan Brown é absolutamente genial. Ele possui uma capacidade invejável de prender o leitor de forma viciante por mais de 400 páginas de texto, além de ser notoriamente dono de um conhecimento vasto em diversas áreas como simbologia, artes, física, religião, computação, Noética, dentre inúmeras outras. E é isso o que eu considero mais admirável nele como escritor: a dedicação que ele visualmente concentra em pesquisas e estudos para suas histórias.
O Símbolo Perdido mergulha no mundo secreto da Maçonaria, novamente tendo a simbologia como seu carro-chefe. Pudera, já que o protagonista deste livro é o já conhecido de outras obras (Anjos e Demônios e O Código da Vinci) simbologista e Professor de Artes Robert Langdon. Confesso que o cenário dessa nova história, a primeira vista, me fez torcer o nariz: depois de descrições de tirar o fôlego sobre lugares como França (em especial o museu do Louvre), Vaticano, Espanha, Japão e mesmo o exótico Polo Norte, Dan Brown vem escrever um livro ambientado em... Washington? Porém, foi uma surpresa agradável descobrir tantos detalhes fascinantes da arquitetura e história mística e simbólica da capital americana. Nesse momento, vivi um súbito arrependimento por não ter comprado o livro ilustrado (que era “míseros” trinta reais a mais que o normal), junto a um desejo enorme de que transformem esse enredo em filme para que eu possa VER tudo isso.
O livro é extenso – mais do que os outros de mesma autoria – e contém os mesmos elementos que já consagraram o autor: mistérios, códigos a serem quebrados, vilões fanáticos com mentes doentias e, claro, muita gente morrendo “de bucha”, como costumo brincar. Sim, porque com o Dan Brown, o seu maior perigo é de se cativar por algum coadjuvante, já que muitos deles vão morrendo pelo caminho (quase sempre os meus preferidos, diga-se de passagem). Como sempre, também, há um casal de protagonistas vivendo as tensas e arriscadas horas contadas em pouco mais de quatrocentas páginas – já que os livros do Dan Brown são sempre narrando os acontecimentos de uma noite, ou de um número específico de horas, nunca mais do que isso. Depois de ter como pares femininos a francesa Sophie Neveu (Código da Vinci) e a italiana Vittoria Vettra(Anjos e Demônios), dessa vez as aventuras de Robert Langdon são ao lado de uma mulher mais madura que as outras duas: a americana Katherine Solomon, irmã de Peter Solomon, uma cientista que investiga o poder que a mente humana tem de influenciar o mundo físico. O objetivo: salvar Peter, que é mantido refém pelo maníaco auto-nomeado “Mal’akh”. Este acredita que há escondido em algum lugar de Washington um mistério secreto capaz de dar a quem o encontre sabedoria e poderes sobre-humanos.
Em meio a tudo isso, há outros personagens como Warren Bellamy, arquiteto (diretor) do Capitólio e irmão maçom de Peter, e Inoue Sato, autoridade da CIA que insiste na ideia de que o misterioso Mal’akh e suas atitudes são uma questão de segurança nacional. E passamos o livro quase todo sem sabermos ao certo de que lado esses dois personagens realmente estão.
Em resumo, gostei bastante do livro. Para quem quiser ler, recomendo a leitura prévia de Anjos e Demônios e O Código da Vinci, apesar de ser perfeitamente possível acompanhar o livro sem ler as aventuras anteriores de Robert Langdon, acho que fica mais interessante para quem conhecer as citações feitas aos livros anteriores.
Espero que tenham gostado, vou ficando por aqui, aquele super beijo da Fê e até o próximo capitulo!